Projeto Educação Campeã é oficialmente lançado no Maranhão
25.11.08 A Renosa, o Instituto Coca-Cola Brasil e o Instituto Ayrton Senna anunciaram, no último dia 19, o lançamento do projeto Educação Campeã, onde investirão R$ 8,2 milhões, nos próximos quatro anos, em programas educacionais que visam a melhoria do Ensino Fundamental no Maranhão.
O evento aconteceu na sede da Renosa, em São Luis. Estiveram presentes o Presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa; o Diretor Superintendente do Instituto Coca-Cola Brasil e Vice-Presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, Marco Simões; o Governador do Estado, Jackson Lago; o Secretário de Estado de Educação, Lourenço Vieira da Silva; o Diretor Presidente da Renosa, Ricardo Mello; e a Presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna.
"O Sistema Coca-Cola Brasil está cada vez mais empenhado em fazer a diferença nos mercados, no meio ambiente e nas comunidades em que atua. Como parte desse sistema, a Renosa toma para si o mesmo compromisso. Para nós, o crescimento sustentável só acontece quando estamos engajados e contribuindo com os temas relevantes para as comunidades em que estamos inseridos", expõe Ricardo Mello.
Dados do Instituto Ayrton Senna mostram que hoje, no Brasil, há 33 milhões de crianças matriculadas no Ensino Fundamental. Desse total, 30% repetem ou abandonam a escola todos os anos, ou seja, quase sete milhões de crianças com futuro comprometido. "O ensino tem que ser excelente sem deixar de ser público, e a educação pública é responsabilidade de todos nós. O Instituto Coca-Cola Brasil, o Instituto Ayrton Senna e a Renosa não estão aqui para tomar o lugar do Governo. Só estamos assumindo uma responsabilidade que também é de todos nós", explica Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna.
O Instituto Coca-Cola Brasil investe em educação desde 1999, quando implantou o Programa de Valorização do Jovem, com o objetivo de reduzir a evasão escolar no ensino público fundamental. Até hoje, já foram beneficiados mais de 23 mil estudantes em nove estados brasileiros. A mecânica do programa prevê que, em cada escola associada, alunos do 6º ao 9º anos com grave risco de evasão atuem como monitores de estudo de alunos do 1º ao 5º anos, igualmente com dificuldades de aprendizado. A evasão escolar média dos participantes do programa é de 0,7% contra uma média nacional de cerca de 7,5% registrada pelo INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.